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Arborização Urbana e Distribuição de Energia Elétrica

 

 

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Tipos de Redes de Distribuição:

    Existem dois tipos de redes elétricas: aérea e subterrânea. As redes subterrâneas são muito confiáveis e o nível de interrupções (medido em km/ano) pode ser até 47 vezes menos se comparado à rede aérea, porém seu custo de implementação é até 15 vezes mais caro. Algumas redes aéreas são constituídas de cabos protegidos ou isolados, proporcionando uma maior confiabilidade a um custo até 25 vezes menor em relação à rede subterrânea.

 

 

Manutenção de Árvores nas Cidades:

    O planejamento na implantação de novas árvores é de extrema importância, pois se forem escolhidas espécies de porte compatível ao local, estas não necessitarão receber qualquer tipo de poda mais drástica ou predatória.

    No entanto, quando já existem árvores altas sob a rede a poda de contenção muitas vezes é feita de forma inadequada, podendo causar graves efeitos estéticos e até a morte da árvore. Tais podas devem ser realizadas com muito critério por pessoas devidamente treinadas e utilizando equipamentos de segurança adequados.

    Pouco a pouco, a sociedade tem se conscientizado da importância da preservação do meio ambiente e de sua recuperação, e procura contribuir nos centros urbanos com o plantio de novas árvores, porém muitas vezes por falta de informação isto é feito de modo inadequado. As árvores devem ser plantadas de acordo com o seu porte e o local disponível, conforme indicado abaixo:

 

Árvores de Pequeno Porte:

     São aquelas cuja altura na fase adulta atinge entre 4 e 5 metros e o raio de copa fica em torno de 2 a 3 metros. São espécies apropriadas para calçadas estreitas (< 2,5m), com presença de fiação aérea e ausência de recuo predial. Temos como exemplos:

Murta, Falsa-murta, Murta de cheiro (Murraya exotica)

Ipê-de-jardim (Stenolobium stans)

Flamboyantzinho, Flamboyant-mirim (Caesalpinia pulcherrima)

Manacá-de-jardim (Brunfelsia uniflora)

Hibisco (Hibiscus rosa-sinensis)

Resedá anão, Extremosa, Julieta (Lagerstroemia indica)

Grevílea anã (Grevillea forsterii)

Cássia-macrantera, manduirana (Senna macranthera)

Rabo-de-cotia (Stifftia crysantha)

Urucum (Bixa orelana)

Espirradeira, Oleandro (Nerium oleander)

Calistemon, Bucha-de-garrafa (Callistemon citrinum)

Algodão-da-praia (Hibiscus pernambucencis)

Chapéu-de-Napoleão (Thevetia peruviana)

 

Árvores de Médio Porte

    São aquelas cuja altura na fase adulta atinge de 5 a 8 metros e o raio de copa varia em torno de 4 a 5 metros. São apropriadas para calçadas largas (> 2,5m), com ausência de fiação aérea e presença de recuo predial. Podemos citar como exemplos:

Aroeira-salsa, Falso-chorão (Schinus molle)

Quaresmeira (Tibouchina granulosa)

Ipê-amarelo-do-cerrado (Tabebuia sp)

Pata-de-vaca, unha-de-vaca (Bauhinia sp)

Astrapéia (Dombeya wallichii)

Cássia imperial, cacho-de-ouro (Cassia ferruginea)

Resedá-gigante, Escumilha african (Lagerstroemia speciosa)

Magnólia amarela (Michaelia champaca)

Eritrina, Suinã, Mulungu (Erytrina verna)

Ligustro, Alfeneiro-do-Japão (Ligustrum lucidum)

Sabão-de-soldado (Sapindus saponaria)

Canelinha (Nectandra megapotamica)

 

Árvores de Grande Porte

    São aquelas cuja altura na fase adulta ultrapassa 8 metros de altura e o raio de copa é superior a 5 metros. Estas espécies não são apropriadas para plantio em calçadas. Deverão ser utilizadas prioritariamente em praças, parques e quintais grandes. Dentre elas, podemos citar:

Sibipiruna (Caesalpinia peltophoroides)

Jambolão (Eugenia jambolona)

Monguba, Castanheira (Pachira aquatica)

Pau-ferro (Caesalpinia ferrea)

Sete-copas, Amendoeira (Terminalia catappa)

Oiti (Licania tomentosa)

Flamboyant (Delonix regia)

Alecrim-de-Campinas (Holocalix glaziovii)

Ipê-roxo (Tabebuia avellanedae)

Ipê-amarelo (Tabebuia chrysotrica)

Ipê-branco (Tabebuia roseo-alba)

Cássia-grande, Cássia-rósea (Senna grandis)

Cássia-de-Java (Senna javanica)

Jacarandá-mimoso (Jacaranda mimosaefolia)

Figueiras em geral (Ficus sp)

As palmeiras em geral também não são apropriadas para uso em calçadas, seja pelo porte, na maioria das vezes grande, e também pela dificuldade de manejo. No entanto, podem ser utilizadas nos canteiros centrais de avenidas e nas rotatórias, bem como nas áreas livres públicas.

 

 

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